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Meu desafio diário e a humanização das marcas

· 10/10/2018 · 10:00

Uma das coisas que fizeram com que eu me apaixonasse pela escrita e pela Publicidade foi o fato de poder dar vida para marcas, que até então estavam apenas no papel, no planejamento.

No meu primeiro texto publicado aqui no blog falei sobre escrita e criatividade para tal assunto, e 8 de 10 comentários que recebi, foram de pessoas comentando o quanto dava para me ouvir explicando a situação, e como consegui passar a minha identidade para o texto.

Claro que esse é o melhor elogio que um redator pode receber, quem não quer passar todos os seus pensamentos para o papel e ser reconhecido por fazer isso bem, não é mesmo?

Mas isso tem sim, muito a ver com identidade, nesse caso, a minha, que não pode e nem deve ser demonstrada em todos os textos que escrevo, e esse é o meu desafio diário.

Por mais que eu tenha ciência de que nunca estou escrevendo para mim, com a minha voz, e sim para a voz de uma marca, sempre prezei e tentei falar sobre sentimentos, com redações que levassem o consumidor para perto da marca. Esse formato de escrita e de criação entra em “Humanização de marcas”, beleza, mas o que é isso?

Humanizar, nada mais é do que tornar mais humano, adaptável, sociável, simpático.

Existe uma coisa que o consumidor preza, mas que poucas marcas (e pessoas) tem: empatia. Ela, que por sua vez, é o ato de se colocar no lugar do coleguinha do lado. Mas esse tal sentimento, não surge do dia pra noite, é uma construção diária, onde gestos espontâneos serão lembrados no dia a dia de uma marca. A maioria delas estão acostumadas a fazer apenas o que lhe foi ensinado, ter uma relação de compra e venda com seu consumidor.

Mas (Graças a Deus), algumas delas resolveram fugir à regra e mostraram que utilizar conceitos como empatia e humanização geram bem mais do que o lucro instantâneo, mas não somente instantâneo. A lembrança e memória afetiva entre a marca e o consumidor, permanecem por um bom tempo, tipo a Coca-Cola no Natal.

Como exemplo prático, vou mostrar uma campanha que vi esta semana, e que deixaram os meus olhos marejados(rs.).

Mas para finalizar este nosso papo, as empresas devem ficar atentas, não é apenas vender e fazer uma pesquisa de satisfação no fim das contas. Se quiserem gerar resultados, devem praticar a empatia. As marcas devem ter consciência de que não existem formas de se medir sentimentos, que o consumidor só busca por produtos que tenha afinidade.

 

Rebeka. Redatora da Equipe FX7

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